#bsbcapitaldorock

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Novidades para a banda no início de 2012

Olá galera da banda e afins,
Depois da reunião de quinta-feira, dia 12/01/2012, tenho as seguintes novidades:

- Todos os sábados, a partir do dia 21 de janeiro, ocorreão encontro de bandas em frente ao Museu da República. Pretende-se fazer com que alí se torne um ponto de referência de encontro das bandas.  Portanto todo sábado as bandas vão se encontrar lá para tocar violão, tomar cerveja e jogar conversa fora. Dessa forma as bandas vão se entrosando, trocando figurinhas e marcando lugares para tocar. O problema é que não vai ter energia para ligar guitarras, tudo vai ser unpluged, na base do violão e percussão.

- Dia 27 de janeiro tocaremos no Sarau em Samambaia. Este Sarau vai bombar, vai acontecer no estacionamento Sul da última estação do metrô, local em que será construído o futuro complexo cultural de Samambaia, já definido pelo GDF.
- Neste dia estarão lá as três emissoras de TV (Globo, SBT e Record), gravando tudo e entrevistando os participantes, para saberem sobre a luta para conseguir o terreno. Vai ter inclusive apresentações de Escolas de Samba.

- Dia 4 de fevereiro vai rolar uma passeata do rock na esplanada, terminando no CONIC, onde vai rolar uma Jam Session com as bandas que participarem da passeata. Na passeata vai ter um trio-elétrico tocando as músicas das bandas que estiverem participando.

- Entre março/abril iniciam-se as inscrições das bandas que quiserem tocar no projeto Rock Sem Fronteiras. Com certeza estaremos dentro.

- Acabei de enviar nosso material para a rádio cultura, para nossas músicas tocarem na rádio, conforme solicitado pela diretora da rádio, que estava presente na reunião. O diretor de produção do programa já me enviou resposta dizendo que marcará uma data para irmos lá gravarmos uma entrevista.


COMO DISSE, ESTE ANO PROMETE GALERA.... VAMOS DETONAR MESMO!!!!!!

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Abaixo-Assinado: Manifesto Brasília Capital do Rock:


“Não há mais mentiras nem verdades aqui
Só há música urbana.”
(Renato Russo)

O rock de Brasília precisa se reinventar. Não na forma de seus arranjos e, sim, no relacionamento como música urbana, que emerge da cidade sem esquinas diretamente para o consciente público. O rock que fervilhou deixando marcas em duas décadas – 1980 e 1990 –, e nos deu o título de “Capital do Rock”, continua vivo, mas sem a consideração e o apoio que lhe é devido.

A cidade que foi colocada no mapa cultural do país ao exportar bandas de sucesso como Legião Urbana, Capital Inicial, Plebe Rude e Raimundos, vem assistindo, na última década, a marginalização da sua mais celebrada vocação musical. Ao contrário de outras capitais, como o Rio, berço do samba; Salvador, com o axé; e Recife, do frevo, Brasília não investiu na manutenção do patrimônio cultural que a tornou referência em todo o país. Com as mudanças no mercado musical, apesar de ainda ser um celeiro de talentos do rock e de organizar vários festivais de grande e médio porte, a cidade não exporta mais sua música e não surpreende mais o Brasil.

Brasília precisa ver o rock com outros olhos. Afinal, marginalizar o estilo é negar a nossa maior vocação para a música e o símbolo cultural mais forte produzido pela cidade em seus 51 anos de vida. Por isso, não queremos esforços pontuais. Queremos uma política estruturante. Ações coordenadas que permitam com que toda a cadeia produtiva do rock seja fortalecida, gerando benefícios culturais, sociais e econômicos para a cidade.

É nesse contexto que nós – músicos, produtores, jornalistas, coletivos de cultura, agitadores culturais e profissionais independentes – ligados a toda a cadeia produtiva em torno do rock de Brasília, nos reunimos em um movimento que pretende reestruturar a cena no Distrito Federal e Entorno. Sabemos que para isso, além de nos organizarmos, precisamos contar com a parceria dos cidadãos brasilienses e do poder público. E desde já contamos com isso! Vamos defender o rock como um patrimônio nosso! Vamos fazer do nosso rock ferramenta de inclusão social e fortalecimento econômico! Vamos fazer com que nossa principal vertente musical volte a ser motivo de orgulho para Brasília e para o Brasil.

Movimento Brasília Capital do Rock!

“Até quando esperar a plebe ajoelhar
Esperando a ajuda de Deus.”
(Philippe Seabra e André X)

Assine agora e demonstre seu apoio à consolidação da identidade de nossa cidade.

Dados adicionais:

  • criado em 2011-11-01.
  • autor: Manifesto Brasília Capital do Rock

quarta-feira, 2 de março de 2011

Mantenha sua banda sempre na ativa.



Se não quer ficar esquecido, mantenha-se sempre na ativa. Escreva blogs, publique fotos, publique mensagens no twitter, publique vídeos no YouTube. Faça tudo o que puder, só não fique parado.
Como diz o ditado popular do marketing: "só é lembrado quem está sempre aparecendo".
Planeje ações para o ano, ações de longo e médio prazo. Trabalhe a mershandising da banda (venda de camisetas, CDs, chaveiros, bonés, etc). Faça isso sempre nas apresentações da banda.
Não fique muito tempo sem apresentar seu trabalho. Seja em bares, escolas, praças, festivais, aniversários, chácaras...
E o legal também é ter projetos paralelos ao projeto da banda ou o seu projeto musical principal, contanto que não atrapalhe o seu projeto principal. Projetos paralelos servem para divulgação do seu projeto principal.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Apresentação x Show

Fazer uma apresentação da banda é muito diferente de fazer um show da banda.
Independente de profissionalismo cada uma destas, tem suas peculiaridades.
Segue aqui algumas delas:
Um show geralmente é um evento exclusivo da banda, onde ela é o foco principal. Se houver a presença de outras bandas elas se apresentam como convidadas.
Um show geralmente tem um tema definido, toma-se como base, por exemplo, um CD recém-lançado ou a homenagem a alguma outra banda famosa. O palco tem uma decoração de acordo com o CD, assim como toda a comunicação visual em panfletos, banners, divulgação em rádio e TV. Há toda uma produção por trás, com foco no tema principal do evento.
Já uma apresentação é apenas a participação da banda em eventos gerais, como festivais de música, apresentação em barzinhos e Pubs, sem que seja necessário abordar um tema específico ou ter toda uma produção focada.
Num show busca-se mais envolver o público com a música, por isso é algo mais motivacional. Tem mais a cara de querer vender o produto/trabalho da banda.
A apresentação em si, é mais despretensiosa, tem caráter menos apelativo, menos limitado a regras estabelecidas pela produção da banda. Limita-se mais às regras do evento, como horários a cumprir, duração da apresentação e tudo mais.
É preciso estar atendo a estas diferenças, já vi muita gente chamando apresentação de show.


quinta-feira, 23 de julho de 2009

A herança da insegurança de John Lennon


Fernando B. Cruz, em seu site - www.senhorf.com.br -, escreveu um artigo bem interessante sobre John Lennon. Aqui apresento-lhes um resumo, mas se quiseres ler na íntegra, acesse: http://www.senhorf.com.br/agencia/main.jsp?codTexto=5754, sob o tíutlo "Os filhos de John Lennon".

“Não confunda minhas músicas com a sua vida. Sou só um cara que escreve canções”. As duas frases acima foram ditas por John Lennon e podem ser vistas no documentário Imagine, de 1988. Ao minimizar com a habitual franqueza a importância da própria obra para um fã que rondava a sua casa, no início dos anos 70 (à época das sessões de gravação do álbum homônimo), Lennon não tinha ideia de como suas músicas ainda afetariam não apenas uma legião de fãs, mas gerações de compositores, décadas depois de sua morte. Ironicamente, muitos destes compositores talvez nem percebam a dimensão da, digamos, “interferência” do ex-beatle no modo como eles e muitos outros escrevem música.
Um livro, lançado recentemente no Brasil, que conta
a biografia de John Lennon, A Vida, um calhamaço de 800 páginas, escrito pelo inglês Philip Norman e editado pela Companhia das Letras, não apenas é o mais completo relato da vida de Lennon, como também dimensiona e humaniza, com habilidade, o artista por trás da mundialmente aclamada figura pública. Apresenta um John Lennon muito mais vulnerável do que muitos fãs poderiam imaginar.
Que ele era um sujeito controverso não é novidade para ninguém. Mas é intrigante observar a exposição da vida de alguém que alternava espírito de liderança, dentro e fora dos Beatles, e uma abundante produção de canções geniais com, por exemplo, pânico de subir no palco e uma vergonha colossal da própria voz. O desgosto com o seu timbre de voz era tão grande que Lennon sentia-se constrangido em ouvir a versão dos Beatles para Twist and Shout. Considerava sua interpretação, que imortalizou a canção e alterou os rumos da história do rock, pobre.
Há várias outras pequenas histórias, como as do período que se convencionou chamar de Lost Weekend. Naquela época, em meados da década de 70, entre uma bebedeira e outra, John Lennon costumava visitar a amiga e diretora da gravadora Rocket, de Elton John, Sharon Lawrence. No livro, ela se recorda das conversas travadas pelos dois. Sentado no sofá do escritório dela, Lennon costumava perguntar: “Você acha que ainda consigo gravar um disco que seja um sucesso?” “Às vezes (ele) me espantava com a falta de confiança que tinha em si mesmo”, relata. Para alguém que havia conquistado o planeta e reafirmado sua supremacia por meio de cada disco lançado pelos Beatles depois de 1964, uma revelação como essa não deixa de causar espanto.
Boa parte da obra de muitos compositores relacionam, em alguma medida, com a expressão artística da insegurança pessoal. E, sem dúvida, John Lennon foi um verdadeiro mestre ao fazer de seus temores e incertezas um veículo para fazer arte. Sean Lennon, filho de John e também músico, surpreende ao fazer uma das mais profundas análises da obra do pai sob esse ponto de vista.
Segundo Sean, a insegurança pessoal de John “foi uma desvantagem que ele usou a seu favor. Ele inventou um jeito inseguro de fazer canções – “Sou um perdedor e não sou o que pareço ser (I’m a Loser) ou Help”, avalia, na entrevista concedida a Philip Norman para o livro. “Ele (Lennon) dizia que Bob Dylan o ensinou a escrever na primeira pessoa sobre sua vida real, mas Dylan nunca escreveu uma cancão que revelasse suas emoções daquele jeito.
E arremata Sean "...
E isso é algo que lhe pertence, aquele sentimento de insegurança que tantos outros compositores de canções desde então vêm tentando copiar. Ele inventou isso”.
Ele está certo. Quando Lennon abandonou os Beatles, não deixou para trás apenas os yeah yeah yahs, a psicodelia e as experimentações de estúdio. Ele mergulhou fundo em si mesmo para lidar com recalques e traumas de uma vida atormentada. E, em certa medida, com sua insegurança. O resultado foi Plastic Ono Band, um petardo de 11 canções cruas e dolorosas, verdadeiras fraturas expostas, responsáveis pela inauguração de um novo período na história do rock.

Desde então, descendentes diretos dessa linhagem lennoniana de fazer canções apareceram aos montes, artistas que sintonizaram no canal de suas canções sentimentos de inadequação, dúvida e insegurança sem, no entanto, resvalar para o sentimentalismo pueril. Claro, alguns em maior ou menor grau, com mais ou (muito) menos talento. Mas isso é outra história.

* Fernando B.Cruz é jornalista e intengrante da banda Phonopop, de Brasília.

domingo, 14 de dezembro de 2008

O que é o som da Banda Estereofonia


Não se pode pensar na Banda Estereofonia, como sendo só mais uma banda de rock and roll do Distrito Federal, trata-se de algo a mais, algo novo no cenário cultural da cidade.
Muitas bandas novas atualmente buscam o sucesso seguindo uma receita já convencionada de fazer um som parecido com as músicas de sucesso e sempre tocar alguns covers para chamar a atenção do público. A banda Estereofonia faz um caminho alternativo, ao tocar apenas músicas autorais e de uma originalidade tal, que dificilmente se consegue comparar ao som de uma outra banda de sucesso atual.
Não chega a ser também algo extremamente alternativo, pelo fato de não fugir muito da linha do rock and roll, tenta manter aquela linha que já vinha seguindo o rock dos anos 70 e 80. Com melodias e letras bem trabalhadas, evitando clichês e aqueles tipos de músicas descartáveis, que explodem na mídia e depois desaparecem por completo.
A banda busca o sucesso sustentável, de forma que possa crescer e manter-se no mercado, sem forçar a barra, sem que seja vista apenas como um produto de mercado para os "cartolas da mídia", que vivem da exploração daqueles que eles mesmo lançam e promovem como sendo "os novos talentos da música - revelações".

A banda encara a música como a arte que ela é, mais como expressão cultural do que como produto de mídia, fonte de renda para empresários ou meio de alienação em massa, - simplesmente arte, assim como eram muitas coisas nos tempos anteriores ao capitalismo selvagem e desenfreado. Tempos em que, por exemplo, o futebol era arte, os produtos de consumo eram duráveis e a música era expressão autêntica e particular de verdadeiros artistas.

Ilton Barbosa
contra-baixo
Banda estereofonia
www.estereofonia.com

sábado, 13 de dezembro de 2008

Montar banda é fácil, difícil é mantê-la na ativa por muito tempo

Montar banda é fácil, difícil é mantê-la na ativa por muito tempo.
Reunir os amigos que tocam alguma coisa, cada um com seu instrumento, juntar a grana e comprar algumas caixas e equipamentos, ensaiar na garagem ou no quarto dos fundos da casa de um dos integrantes. Isso parece fácil.
Começa-se com uns covers para ver a interação entre os caras. E aí ensaio vai e ensaio vem, os outros amigos ficam sabendo e começam a circular pelas imediações dos ensaios para ver como está a banda, se é boa se é interessante, se vale à pena ouvir. Então a partir daí, num clima de novidade e zoação, os ensaios tornam-se pequenas festas, com algumas canjas de outros amigos, cervejinha, refrigerante... e por aí vai...
E nesse rítimo a banda chega a montar um repertório para começar a se apresentar fora do lugar de ensaio. Definem-se vários nomes, num processo de se criar uma identidade para a banda. Cadastra-se em vários sites de bandas independentes e até criam o próprio site.
Festa de amigos, colégios onde estudam, pequenos festivais locais, indicações de amigos dos amigos, barzinhos locais. E, dependendo dos seus integrantes, a banda vai se mantendo, pode até acontecer algumas substituições ou a entrada de novos integrantes, mas a banda vai seguindo seu rumo.
Nesta fase inicial, tudo é novidade, os amigos comparecem como público cativo, prestigiam dão uma força. Então, se for uma banda que agrada a galera, o comentário começa a circular entre os amigos dos amigos, dos amigos, dos amigos... e assim vai acontecendo a divulgação inicial que vai levar a banda a participar de maiores eventos.
A banda então continua seu rumo. Nas apresentações, além de alguns amigos agora há outras pessoas que ainda não lhes conhecem mas que estão alí talvez em busca de novidade no cenário musical, que há muito tempo não pinta muita coisa interessante.
É deste ponto em diante, que, se a banda chegar até aqui, a coisa começa a mudar. Ela poderá começar a se estabelecer no cenário musical a partir dos bons contatos que conseguir fazer ou simplesmente continuar no anonimato na esperança de que um dia apareça alguém que possa dar aquele empurrão necessário.
Se até aqui seus integrantes ainda se mantem como amigos, a banda pode continuar por muito mais tempo. Se a coisa começou a subir a cabeça e fazer crescer o ego de alguns de seus integrantes, a ponto de influenciar negativamente naquela amizade que tinham no começo da banda, aí começa o fim de todo o trabalho. Mas existem muitos outros motivos que podem dar fim ao trabalho, muitos destes acontecem até entre bandas de renome. Fique à vontade para listá-los.